|
| |
| NOTÍCIAS |
| |
09/06/2010 - Governo Pavan não quer negociar com profissionais da agricultura
Governo Pavan não quer negociar com profissionais da agricultura
Depois de quase 40 dias da data base, mais uma reunião sem negociação por imposição do CPF, demonstrando desrespeito e falta de prioridade para com a agricultura
Argumentos equivocados para enrolar e falta de vontade política para negociar marcaram a quarta reunião que o Seagro participou na Secretaria da Agricultura, na 2ª feira, dia 7. Como o Secretário Enori Barbieri estava mais uma vez viajando, os dirigentes sindicais foram recebidos pelo diretor geral Eng. Agr. Airton Spies.
Com todo o achatamento salarial e congelamento de benefícios acumulados no Governo LHS, o novo (ou velho?) Governo insiste através do CPF em conceder apenas o INPC e renovar parcialmente as cláusulas sociais. Se mantiver esta posição intransigente, o Governador Pavan estará conseguindo desvalorizar ainda mais o Serviço Público Agrícola catarinense executado pela Epagri e Cidasc. Para piorar, os argumentos chegam a ser ridículos. Se já não bastasse a controversa questão da legislação eleitoral, querem considerar o vale alimentação e a participação patronal nos Planos de Saúde como salário, aplicando aí também a lei eleitoral. Ora, qualquer estudante de direito sabe que não é assim.
Durante esta semana o Secretário Barbieri vai manter contato com o Governador e com o grupo gestor (ao qual o CPF é subordinado) para avançar nas propostas. Para diminuir a enrolação, ficou acertado que até 5ª feira (10/06) será entregue por escrito aos sindicatos uma redação completa da proposta do Governo para negociação, evitando-se surpresas futuras. A próxima reunião ficou agendada para o dia 14/06, com a presença do Secretário da Agricultura.
Havendo avanços nos pontos principais discutidos na reunião, o Seagro poderá levar a proposta para votação em assembléias regionais. Não havendo nova proposta, as regiões já devem estar preparadas para concentração em assembléia estadual de mobilização em Florianópolis durante a segunda quinzena de junho. Se não querem negociar, respeitando os profissionais, vamos para a pressão, já que a decisão é política. Não se faz ciência e tecnologia com achatamento salarial.
|
|
|